Moinho de São José do Herval
História do Moinho da baixada de São José do Herval
O moinho começou na década de 1940 ou talvés um pouco antes com o Sr. Narciso Zanotelli e depois passou para os Senhores: Esperandio Marquese, Etelvino Dartora e Armelindo Pedrebom. Tudo começou há mais de 70 anos a atrás. O Sr. Pedro Fiorentim lembra quando menino que moíam todos os produtos, arroz, trigo, milho etc. No moinho vinham as tropas de burros levavam e buscavam os produtos, nas picadas e região e as vezes se alojavam mais de 30 a 40 cavalos e burros carregados levavam trigo milho para ser moídos, Segundo também a Isolda Pedrebom vinham carroças com trigo, cavalos carregados. As maquinas segundo a plaquinha que esta encima do moedor de farinha veio da Suiça e Dona Isolda diz que o celindro mestre veio da Itália. Faziam farelo fino, grosso descascavam arroz, faziam farinha de milho, de trigo de modo muito natural. Diz o Pedro e outras pessoas de antigamente que estavam na entrevista realizada pelo Frei Paulo na Missa da comunidade do moinho, que os donos não venciam fazer o produtos para os fregueses Existia também um chiqueirão de porco, pois todas as sobras do moinho engordavam porcos. Este era o moinho de toda a região e não existia outro. Com o passar do tempo o moinho não dava vencimento da grande demando de trabalhos surgiram outros pequeno moinhos no interior. Esse Moinho era movido a água segundo Leovante Fioretim ainda hoje há os canos que passam por trás da sua casa. Também era movido por motor de óleo Diseel. As pedras da construção do moinho vieram de fora segundo Adilar Frozza lembra de conversas com Etelvino Dartora segundo o relato veio de Garibaldi, pois este tipo de pedra Granito não existe em nossa região. As madeiras bem serradas que foram utilizadas para fazer as caixas internas e outras untencílios internos, quanto a origem não é lembrado pelas pessoas de que foram entrevistada pois não lembram. Há muita coisa para ser pesquisado e também precisa avançar nas pesquisar para descobrir a origem deste grande empreendimento na época para a nossa região. Mas segundo José Dartora Filho do Etelvino diz que vieram de Santa Catarina pois aqui não existia Carrinho para cortar madeira desse comprimento. A construção é muito bem feita, e não é mais lembrado pelas pessoas. O modelo do moinho talvés é de Ilopois, pois, lá existe um moinho parecido com esse de São José. Que vieram renovar o moinho foram os Rabailli de Putinga. Segundo Isolda Pedrebom as pessoas subiram todos amarados com cordas para não cair para consertar o telhado e renová-lo. A Santa do moinho e a Santa Catarina, mas depois das missões foi colocado o Bom Pastor a pedido de Dom Adelar Baruffi e também Santa Clara. No Natal Luz é usado as dependências do moinho para fazer as belas cerimônias e também uma vez por vez é celebrada a santa Missa neste Local, pois a comunidade não tem outro local para ser reunir. Que Deus Pai continue abençoado e que este moinho seja conservado, pois juntamente com a Igreja são os monumentos mais antigos do Nosso Município.
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